PERGUNTAS FREQUENTES
As perguntas que nos fazem antes de assinar.
Se a sua não estiver aqui, pergunte-nos diretamente — respondemos no mesmo dia útil.
Como trabalhamos
- Já tenho um fornecedor de IT. Vale a pena mudar?
- Só se estiver a perder tempo ou dinheiro com o atual. Na reunião dizemos-lhe honestamente se vale a pena — já aconteceu recomendarmos a empresas que ficassem onde estavam. Se mudar, fazemos o levantamento da infraestrutura com ou sem a colaboração do fornecedor atual, e os dois podem coexistir durante a transição: nada é desligado antes de estar a funcionar do nosso lado.
- O que acontece na primeira semana?
- Levantamos e documentamos o que existe: equipamentos, contas, licenças e acessos. No fim tem um retrato escrito da sua própria infraestrutura — que fica consigo, seja qual for o fornecedor que tiver amanhã.
- Trabalham com a nossa equipa interna?
- Sim. Em várias empresas somos o complemento de quem já lá está: ficamos com a infraestrutura, a cloud e a segurança, e a pessoa interna fica com o apoio ao utilizador e com o negócio. Não substituímos ninguém à partida.
- Fazem deslocações ou é tudo remoto?
- A maior parte do suporte resolve-se remotamente, o que é mais rápido para si. Quando é preciso estar lá — hardware, redes, mudanças de instalações — deslocamo-nos na Grande Lisboa.
- O que é que não fazem?
- Não trabalhamos por comissões de fornecedores: recomendamos o que faz sentido para o seu caso, mesmo quando isso significa menos faturação para nós. Não prometemos 24/7 — a cobertura é de segunda a sexta, das 09:00 às 18:00. E trabalhamos com empresas, não com assistência a particulares.
Contratos e custos
- Quanto custa?
- O valor é determinado por duas coisas: o número de postos de trabalho e a complexidade do que existe — servidores, cloud, requisitos de segurança e conformidade. Uma empresa de dez postos com tudo em Microsoft 365 não tem o mesmo custo que uma de dez postos com servidores próprios e obrigações de residência de dados. Depois da reunião apresentamos o valor por escrito, antes de haver qualquer compromisso.
- Como cobram?
- De duas formas: avença mensal, com valor fixo e acompanhamento contínuo, ou bolsa de horas, para apoio pontual. O valor depende do número de postos e do que está incluído, e é apresentado por escrito antes de haver compromisso.
- Existe período de fidelização?
- Não. A avença pode ser terminada com 30 dias de pré-aviso e a bolsa de horas não tem compromisso contínuo. Preferimos que fique porque compensa, não porque assinou.
- Há uma dimensão mínima de empresa?
- Não. Trabalhamos com empresas de poucos postos e com empresas de várias dezenas. O que muda é o modelo, não a disponibilidade.
- As horas da bolsa expiram?
- Sim, ao fim de 12 meses a contar da compra. Dizemo-lo à partida em vez de o esconder nas condições, e vamos comunicando o saldo à medida que é utilizado.
- E se quisermos sair? Levamos os nossos dados?
- Sim. A avença termina com 30 dias de pré-aviso, sem penalização de saída. Entregamos a documentação da infraestrutura — equipamentos, contas, licenças e acessos — tal como no levantamento inicial, e colaboramos com o fornecedor seguinte durante a transição. Documentar o seu parque é trabalho que fica consigo, não connosco.
Suporte e tempos de resposta
- Em quanto tempo respondem?
- O compromisso é de 1 hora para incidentes críticos (empresa parada ou dados em risco), 4 horas para bloqueios individuais e 1 dia útil para pedidos correntes. Na prática respondemos quase sempre no próprio dia útil — mas publicamos os tempos que garantimos, não a média. O tempo conta-se a partir da receção do pedido.
- Qual é o horário de cobertura?
- Segunda a sexta, das 09:00 às 18:00 (hora de Lisboa). Fora desse horário os pedidos ficam registados e são atendidos no início do dia útil seguinte. Não prometemos 24/7 porque não o cumpriríamos em todas as chamadas.
- Como abrimos um pedido?
- Por email ou telefone, diretamente para a equipa que trata do seu sistema. Não há central de atendimento nem primeiro nível a filtrar chamadas.
Cloud e dados
- Os nossos dados ficam na União Europeia?
- Depende de onde estiverem hoje — e é uma das coisas que verificamos na reunião. Trabalhamos tanto com os hyperscalers americanos como com clouds soberanas europeias, e a escolha é feita por carga de trabalho: o que é sensível pode ficar sob jurisdição exclusivamente europeia, o resto fica onde for mais eficiente.
- O Microsoft 365 já faz backup dos nossos dados?
- Não da forma que a maioria das empresas assume. A Microsoft garante a disponibilidade do serviço; a responsabilidade pelos dados é do cliente, com janelas de retenção limitadas. Uma eliminação acidental, ransomware ou a saída de um colaborador podem significar perda definitiva sem uma solução de backup independente.
- O que é «cloud soberana» e precisamos disso?
- É infraestrutura operada por empresas europeias e sujeita à lei europeia, o que reduz materialmente a exposição ao CLOUD Act americano. Nem toda a gente precisa. Faz diferença se tratam dados pessoais sensíveis, se estão abrangidos pelo NIS2 ou se têm obrigações contratuais de residência de dados.